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Berimbau

sábado, setembro 30, 2006

Vivência acadêmica

Amoras em cumbuquinhas,
Amores em cumbucões.


by Careca (again)

quarta-feira, setembro 20, 2006

Mictório

As fileiras duplas de ultracentrifugas passaram a funcionar entre dois biombos colocados cerca de trinta centímetros acima do solo, permitindo assim a visão dos pés das centrífugas (suas bases), sem exibir o corpo inteiro das mesmas e possibilitando a monitoração das tubulações de entrada e saída de hexafluoreto de urânio.
Até a data de assinatura do acordo quadripartite as ultracentrífugas, que compunham o módulo de quinhentas unidades, ficavam absolutamente à vista de quem adentrasse o prédio onde funcionavam.
A necessidade de permitir o controle sem escancarar a tecnologia desenvolvida, nos fez adotar uma solução parecida com a do mictório público francês.
A existência de artefatos nucleares de baixa potência com um vetor adequado de lançamento é um poderoso fator inibidor de concentração de forças, não sendo do agrado de paises que têm como opção estratégica a possibilidade de intervenção militar independente da aprovação do Conselho de Segurança da ONU.
A recusa dos biombos não deve ser considerada intenção de espionagem industrial americana, pois já desenvolveram excelentes ultracentrifugas para as usinas de enriquecimento que estão construindo. Imaginar que seja repulsa à uma “solução francesa” seria ridículo, por maior que seja o desencanto deles com a França. Depois dos biombos, surgirão outros pretextos.

Amoras

Etmologia da palavra:

AMOR - A

Feminino de amor. Faz algum sentido. Lembra talvez um coração explodindo.
Amoras são frutas romãnticas. São sentimentalistas, quase que inatingíveis. Quando as alcançamos tomam uma postura trágica e, não suportando a invasão de seus sensíveis corpinhos, quase que se desintegram, derramando seu próprio sangue em nossas mãos.


by Careca