HUH: o trono mágico e as sete boléias
Capítulo I
O COMEÇO DO INÍCIO
Kira foi à floresta. Não havia floresta. Não havia nem uma face. Mas havia um garoto. Ele veio com seu capuz e disse OLÁ AMIGUINHO. Nisso, uma cidade rompeu-se em prantos súbitos e anunciou a vinda de uma nova era, de uma nova refeição. Ele estava lá, era Go. ESTOU AQUI, RAPAZES é o que o jovem obeso dizia às plantas verde-amarelas.
Todos dormiam na cidade. Mas era uma cidade escura. Uma cidade bem-iluminada. Era uma cidade, sobretudo. E Kira chegou. Chegou mesmo. E veio com seu amigo desfaceado. QUERO COMER, PORRA dizia o brasiliense à porta do convento. Um negro encapuzado careca sem capuz surgiu por entre as sombras. COMER É O MELHOR PARA PODER CRESCER. Pernil. Muito pernil. Pernil demais para alguém sem face. A morte chegou. Kira estava sozinho na companhia do preto.
ESTOU SOZINHO, CARALHO. AVIÃO! AVIÃO!!! dizia o brasiliense, satisfeito com as laranjas. KIRA LOUCO VARRIDO disse alguém. As orelhas de Kira ficaram em pé. Seria ele? Seu grande cunhado sem ser cunho? Cunho, hehehe. Sim, poderia ser. Kira sabia que poderia. Mas não fazia sentido. Nada fazia sentido.
E eis que o pobre mandrião chegou ao brejo. Estava lá. Um toca-fitas pastoso. Uma merda de um toca-fitas. Uma gravação porca. O sonho acabou. E não havia nada aberto naquele horário. Ele sabia, sabia e sabia. Sabia demais. Levou um tiro na perna por isso. Foi usado no banho, era um sabão.
Tudo estava contra ele naquela noite ensolarada de inverno. O calor derretia pedras. Sim, tudo estava. Mas isso não abateu o jovem jovial, que seguiu adiante. O negro continuava preto, e foi dele que o extrato foi tirado. Rá!, era isso! A conta fora fechada! Maldito banco! Kira estava, enfim, desolado. Não havia mais nada a ser feito. A busca teria de ser interrompida.
QUER SUCO, MEU VELHO? Kira não podia acreditar! Era Go! O gordo! O goma! O go! Sua noite começava a mudar. E mudar para um lugar maior! Go haveria de ajudá-lo em sua empreitada. GO! AVIÃO! Kira estava muito feliz. KIRA, MIGUXO. Go também. Ambos partiram para Campos do Jordão, a fim de averiguar algumas coisas.
Chegaram, enfim. Amigos eram necessários. FAÇAM-SE AMIGOS! disse Go. E fizeram-se. A moita virou em Cavalo e o poste em Daigo. Daigo logo ganhou um upgrade, tornando-se Daigoro. Estava tudo bem, tinham montaria e um peão de obras.
A cidade não era nada amistosa. Logo colhos apareceram. E eram colhos mesmo, não eram de brincadeira não! COLHOS!!! EU DISSE COLHOS!!!! foi o que disse Kira. Os colhos sumiram. Tudo não passara de um susto. Quiçá uma prévia do que estava por vir. E viria. Ah, se viria! E veio no poste. O poste agiganteou-se e virou um ântemo desenfreado.
Amigos, aquilo era mau! Mau a beça! Barbaridade, como era mau! Poderia ser um crinóstono ou, quem sabe, até um barbafúncio espingolado! Mas, não, meus queridos, era um ântemo. E estava desenfreado!!!
Kira sabia o que era um ântemo e, apesar de não saber o que era um ântemo, teve ligeira idéia de como agir. E agiu. Fez o cavalo de pião e rodopiou aos sete ventos gélidos do ântemo. Isso fez com que o ântemo desgringrolhasse. O plano de Kira surtira efeito. Mas um ântemo desenfreado sem gringrolho era ainda pior.
ENGULA O GRINGROLHO! disse Go ao peão mineiro. Este o fez. Gringrolhou-se até bufar! Agiganteou-se tal qual o ântemo. Mas, diferente deste, virou numa explosão e bombou. Era o fim do ântemo. O sacrifício de Daigoro não tivera sido em vão. sacrifício induzido por um gordo. VOCÊ MATOU DAIGORO, CARA! disse Kira, rindo das cores sortidas. HEHEHEHE, PARECE MULHER GRÁVIDA QUANDO MORRE disse Milton, surgindo do nada e indo embora.
Kira foi à floresta. Não havia floresta. Não havia nem uma face. Mas havia um garoto. Ele veio com seu capuz e disse OLÁ AMIGUINHO. Nisso, uma cidade rompeu-se em prantos súbitos e anunciou a vinda de uma nova era, de uma nova refeição. Ele estava lá, era Go. ESTOU AQUI, RAPAZES é o que o jovem obeso dizia às plantas verde-amarelas.
Todos dormiam na cidade. Mas era uma cidade escura. Uma cidade bem-iluminada. Era uma cidade, sobretudo. E Kira chegou. Chegou mesmo. E veio com seu amigo desfaceado. QUERO COMER, PORRA dizia o brasiliense à porta do convento. Um negro encapuzado careca sem capuz surgiu por entre as sombras. COMER É O MELHOR PARA PODER CRESCER. Pernil. Muito pernil. Pernil demais para alguém sem face. A morte chegou. Kira estava sozinho na companhia do preto.
ESTOU SOZINHO, CARALHO. AVIÃO! AVIÃO!!! dizia o brasiliense, satisfeito com as laranjas. KIRA LOUCO VARRIDO disse alguém. As orelhas de Kira ficaram em pé. Seria ele? Seu grande cunhado sem ser cunho? Cunho, hehehe. Sim, poderia ser. Kira sabia que poderia. Mas não fazia sentido. Nada fazia sentido.
E eis que o pobre mandrião chegou ao brejo. Estava lá. Um toca-fitas pastoso. Uma merda de um toca-fitas. Uma gravação porca. O sonho acabou. E não havia nada aberto naquele horário. Ele sabia, sabia e sabia. Sabia demais. Levou um tiro na perna por isso. Foi usado no banho, era um sabão.
Tudo estava contra ele naquela noite ensolarada de inverno. O calor derretia pedras. Sim, tudo estava. Mas isso não abateu o jovem jovial, que seguiu adiante. O negro continuava preto, e foi dele que o extrato foi tirado. Rá!, era isso! A conta fora fechada! Maldito banco! Kira estava, enfim, desolado. Não havia mais nada a ser feito. A busca teria de ser interrompida.
QUER SUCO, MEU VELHO? Kira não podia acreditar! Era Go! O gordo! O goma! O go! Sua noite começava a mudar. E mudar para um lugar maior! Go haveria de ajudá-lo em sua empreitada. GO! AVIÃO! Kira estava muito feliz. KIRA, MIGUXO. Go também. Ambos partiram para Campos do Jordão, a fim de averiguar algumas coisas.
Chegaram, enfim. Amigos eram necessários. FAÇAM-SE AMIGOS! disse Go. E fizeram-se. A moita virou em Cavalo e o poste em Daigo. Daigo logo ganhou um upgrade, tornando-se Daigoro. Estava tudo bem, tinham montaria e um peão de obras.
A cidade não era nada amistosa. Logo colhos apareceram. E eram colhos mesmo, não eram de brincadeira não! COLHOS!!! EU DISSE COLHOS!!!! foi o que disse Kira. Os colhos sumiram. Tudo não passara de um susto. Quiçá uma prévia do que estava por vir. E viria. Ah, se viria! E veio no poste. O poste agiganteou-se e virou um ântemo desenfreado.
Amigos, aquilo era mau! Mau a beça! Barbaridade, como era mau! Poderia ser um crinóstono ou, quem sabe, até um barbafúncio espingolado! Mas, não, meus queridos, era um ântemo. E estava desenfreado!!!
Kira sabia o que era um ântemo e, apesar de não saber o que era um ântemo, teve ligeira idéia de como agir. E agiu. Fez o cavalo de pião e rodopiou aos sete ventos gélidos do ântemo. Isso fez com que o ântemo desgringrolhasse. O plano de Kira surtira efeito. Mas um ântemo desenfreado sem gringrolho era ainda pior.
ENGULA O GRINGROLHO! disse Go ao peão mineiro. Este o fez. Gringrolhou-se até bufar! Agiganteou-se tal qual o ântemo. Mas, diferente deste, virou numa explosão e bombou. Era o fim do ântemo. O sacrifício de Daigoro não tivera sido em vão. sacrifício induzido por um gordo. VOCÊ MATOU DAIGORO, CARA! disse Kira, rindo das cores sortidas. HEHEHEHE, PARECE MULHER GRÁVIDA QUANDO MORRE disse Milton, surgindo do nada e indo embora.

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